


Mais um caso de arte nos cantos obscuros da cidade são os grafites de Zezão. Ele era motorista e motoboy, e com isso conheceu todos os cantos inimagináveis da cidade. Em 95, Zezão decidiu fazer intervenções nos lugares mais inóspitos de São Paulo: subterrâneos, obras abandonadas, viadutos, galerias de esgoto.
Por onde passa Zezão deixa sua marca e cada “flop” que ele deixa é um grito de denúncia do abandono do ser humano pelos seus semelhantes e pela cidade. A arte de Zezão nos faz pensar sobre a ocupação desordenada e desumana da cidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário