
Já existe em Belo Horizonte uma delegacia para combater pichadores. Por isso, dia 24 de agosto, forma presos cinco pichadores do grupo conhecido como Piores de Belô.
Por um lado , a prefeitura apresenta dados de prejuízo de 2 milhões por ano para reparos de equipamentos públicos depredados, o que inclui pixações; por outro, pichadores, autores de uma das práticas estéticas mais questionadas do espaço urbano, defendem seu direito de expressão e recriminam essa pena dura para aqueles que, como dizem, apenas "jogam tintas nas paredes".
Com urgência precisamos de táticas diferentes e discussões públicas sobre o assunto, sobre interferência urbana , sobre liberdade de expressão. Além disso, repensar a prisão desses e de outros jovens que serão presos armados com um rolinho de tinta
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